05.Jul.2014

Samba na Gamboa desta semana reapresenta a edição em que o programa recebe um dos mais refinados compositores da MPB: Paulinho da Viola.

Herdeiro de grandes bambas, como Candeia e Nelson Cavaquinho, ele completou 70 anos em 2013, sempre disposto a se renovar. Filho do músico Benedicto Cesar Ramos de Faria, violonista da primeira formação do lendário Época de Ouro – considerado o maior grupo de choro da história, ainda em atividade –, Paulinho da Viola cresceu num ambiente naturalmente musical.

Apaixonado pela Portela, escreveu Foi um Rio que Passou em minha vida, maior sucesso do ano de 1970, que se tornou um hino de exaltação à sua escola de coração. Na companhia da filha, Beatriz Faria, ele conversa sobre a relação familiar e relembra histórias da longa trajetória artística, além de cantar vários sucessos, como Dança da solidão, Coração leviano e Onde a dor não tem razão.

 

Samba na Gamboa vai ao ar nesta segunda-feira, 7, às 21h (horário Manaus)

última modificação Sexta, 25 Julho 2014 00:08
05.Jul.2014

Eles cuidam das crianças e da casa enquanto a mulher sai para trabalhar. Seja por necessidade, vontade ou vocação, existem maridos que abandonam a carreira profissional ou mudam o rumo dela para ter mais tempo com os filhos. Mas, afinal, quem são esses homens e como é a rotina de um pai dono de casa? E como eles lidam com o preconceito?

O programa mostra o caso de quatro “donos de casa” que falam sobre sua rotina e com especialistas sobre relacionamento familiar. O programa traz ainda uma entrevista com o autor do livro Macho do Século XXI - o executivo que virou ‘dona de casa’, Cláudio Henrique dos Santos, e um papo pelas ruas de São Paulo com Fernanda De Luca.

Papo de Mãe vai ao ar neste domingo, 6, às 14h30.

última modificação Sexta, 25 Julho 2014 00:09
30.Jun.2014

 

O Conhecendo Museus desta terça-feira (01) às 17h30 (horário de Brasília) na TV Brasil vai até o Museu da Caixa D’Água, em Cuiabá. Durante 142 anos, o espaço foi único reservatório de água da capital do Mato Grosso. Construído no século XIX, na gestão do coronel José Maria de Alencastro, presidente da Província de Mato Grosso, as caixas d’água submersas, formadas por duas galerias, recebiam água direto do Rio Cuiabá e, por gravidade, distribuíam para as bicas espalhadas em diferentes pontos da cidade. O local tinha capacidade para armazenar mais de um milhão de litros de água.

 No final de 2007, o espaço foi redescoberto e recuperado, transformando-se em um museu, e ganhou lugar de destaque nos roteiros turísticos e de pesquisas e passeios de Cuiabá.

 O programa Conhecendo Museus da TV Brasil apresenta as exposições permanentes que o local abriga. A atração destaca ainda objetos que compuseram a própria história do museu, como tubos de ferro fundido e registros usados no controle da distribuição de água. A instituição promove mostras rotativas de peças de artistas locais e de outros pontos do estado.

 A estrutura interna conta com três vãos de 13 metros de largura, cada um com 45 metros de comprimento. A parte interna, onde fica o aqueduto, impressiona a todos os visitantes. Este reservatório comportava 1,2 milhões de litros, suficientes para garantir o abastecimento dos 25 mil moradores de Cuiabá.

 Na parte superior, foram construídos vários espaços, como um grande deck de madeira contornando uma grande ximbuva (árvore antiga usada pelos ribeirinhos para a produção de viola-de-cocho), que precisou de atenção especial. No mesmo setor, um espaço foi destinado para restaurante, palco, sanitários e um local de contemplação.

Na área também foram colocados espelhos d’água que se encontram com uma grande queda d'água de 7 metros de altura por quase 18 de cumprimento, onde a água constante refresca todo o ambiente e combate o forte calor que se forma na região central do museu.

Serviço

Conhecendo Museus – terça-feira (01) às 17h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

última modificação Sexta, 25 Julho 2014 00:09
29.Jun.2014

Nesta terça-feira (01), às 20h, o quarto especial da série do programa Observatório da Imprensa da TV Brasil sobre a Copa do Mundo lembra os grandes locutores e apresentadores esportivos que fizeram parte da história do futebol no rádio e na televisão.

O Observatório da Imprensa recorda que no início da locução na tevê, a narração funcionou com personalidades herdadas do rádio, depois o próprio veículo qualificou seus quadros. Hoje, uma nova geração de apresentadores invadiu a telinha, inclusive com mulheres dentro e fora do campo. 

 

Para falar sobre os desafios da locução esportiva, o apresentador Alberto Dines recebe nos estúdios da TV Brasil os jornalistas Marcelo Barreto e Vanessa Riche, do SporTV, e José Ilan do Fox Sports.

 

“A referência que a gente tem de narração é ufanista desde o Gagliano Neto. Isso une a todos em torno do Brasil, mas a nossa própria visão da seleção já mudou. Talvez a narração mude com isso, mas alguém vai ter que inventar esta relação nova. Por enquanto ela não surgiu”, avalia Marcelo Barreto ao recordar o primeiro “speaker” esportivo do país, que transmitiu os jogos da equipe nacional na Copa do Mundo de 1938.

 

O jornalista José Ilan acredita na importância de uma visão crítica. “Todo mundo está apoiando a seleção brasileira, mas a questiona também. Isto contribui para que o futebol desça do seu pedestal de absoluto reinado na cabeça de todos”, sugere.

 

 

Jornalistas discutem as mudanças nas transmissões esportivas

 

Além de homenagear locutores importantes na trajetória das coberturas esportivas, esta edição do Observatório da Imprensa analisa ainda a evolução e as transformações que os veículos impuseram aos profissionais do esporte.

 

Para Vanessa Riche, é preciso encontrar um diferencial. “O nosso desafio é trazer um novo olhar. Na velocidade que se tem hoje nas transmissões, às vezes, não há tempo para a poesia”, avalia.

 

Marcelo Barreto pondera. O jornalista acredita que é necessário repensar as transmissões. “Dentro deste mundo tão tecnológico, tem este desafio hoje, de enxergar a poesia em tudo que a gente mostra. Onde está o intangível?”, questiona o experiente profissional que completa. “O risco é deixar de ver o que o futebol tem de mais atraente, o que o torna tão especial: a relação do esporte com a vida das pessoas, essa magia cativante”, finaliza.

 

Os convidados também ressaltam curiosidades em relação às terminologias de lances. “Hoje, a ‘folha seca’ talvez tivesse outro nome. Ninguém acreditaria muito no termo 'folha seca', que a bola foi de um jeito e de repente caiu de outro. O replay mostraria que não foi bem assim, seria só um efeito”, comenta José Ilan sobre a técnica criada pelo craque Didi, meia que defendeu a seleção brasileira no bicampeonato de 1958 e 1962.

 

Vanessa Riche opina ainda sobre as novas mídias. “As redes sociais deram vez às pessoas que estão assistindo”, comemora.

 

O Observatório da Imprensa desta terça-feira (01) ouviu também outros profissionais que fizeram história no rádio e na televisão como o narrador José Carlos Araújo, o “Garotinho”; o comentarista Sérgio Noronha e o apresentador André Rizek, que comanda o programa Redação SporTV.

 

Serviço

Observatório da Imprensa – terça-feira (01) às 20h, na TV Brasil.

 

 

Confira o próximo programa do Observatório da Imprensa sobre a Copa do Mundo no Brasil

 

Futebol e literatura

Data: 08/07 (terça-feira), às 20h

Convidados: Marcelo Moutinho e Roberto Sander

última modificação Sexta, 25 Julho 2014 00:11
02.Jun.2014

O Samba na Gamboa desta semana mostra que família que samba unida não conhece tempo ruim! Diogo Nogueira recebe a Família Diniz, formada por Mauro, Marquinhos, Juliana, Thereza e João Matheus. De sangue azul e branco, essa típica família portelense fala sobre os prós e contras de se trabalhar com parentes e se diverte com as histórias do clã.

última modificação Segunda, 02 Junho 2014 23:23

 

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