Tv Brasil (336)
13.Dez.2016

Cine Nacional exibe o longa "Menos que nada"

Dante  (Felipe Kannenberg) está internado num hospital psiquiátrico com diagnóstico de esquizofrenia. Ele não fala com ninguém, nem recebe visitas, permanecendo indiferente ao mundo.

Após ver Dante surtar no pátio do hospital, a Dra. Paula (Branca Messina), uma jovem psiquiatra fica interessada pelo caso. Disposta a desvendar as relações sociais do seu paciente, a médica faz uma série de entrevistas com pessoas que conviviam com ele antes do internamento.

Misto de drama psicológico e investigação policial, o longa “Menos que nada” também é uma reflexão sobre os limites do tratamento das perturbações mentais. Dirigido por Carlos Gerbase, o filme é uma adaptação do conto “O Diário de Redegonda”, do médico e escritor austríaco Arhur Schnitzler (1862-1931).

105. min. Classificação indicativa: 14 anos

Ano: 2012. Gênero: drama.

Direção: Carlos Gerbase, com Alexandre Vargas, Artur Pinto, Branca Messina, Carla Cassapo, Elisa Volpatto, Felipe Kannenberg, Felipe Monaco, Letícia Lahude, Maria Manoella, Matheus Zoltowski, Roberto Oliveira, Rosanne Mullhlland.

Serviço - Cine Nacional, terça (13), às 22h (horário de Brasília), na Tv Brasil.

12.Dez.2016

Estação Plural recebe a cantora Fabiana Cozza

Eleita a melhor cantora de samba pelo "Prêmio da Música Brasileira" em 2012, Fabiana Cozza tem uma fã declarada: Maria Bethânia.

Neste Estação Plural, Mel, Ellen e Fefito recebem uma das maiores intérpretes brasileiras de samba, a paulista Fabiana Cozza. No primeiro bloco, a conversa é sobre relacionamentos abusivos: como detectar o abuso em uma relação e como sair dela? O “Estação Plural” ouviu a psicóloga Raquel Silva Barreto sobre o assunto. “É muito difícil você reconhecer um relacionamento abusivo, até porque ele começa de um modo muito sutil", explica a especialista.

Em seguida, o bate papo é sobre salto alto, acessório que séculos atrás era usado por homens e ao longo dos anos acabou se transformando numa peça de elegância e sensualidade feminina. Fabiana Cozza e os apresentadores ainda falam sobre a relação que as pessoas têm com o trabalho e os workaholic.

Serviço - Estação Plural, segunda (12), às 22h (horário de Brasília), na TV Brasil.

12.Dez.2016

Companhia Ensaio Aberto no "Armazém da Utopia"

Aderbal Freire-Filho recebe os fundadores da companhia teatral, Luiz Fernando Lobo e Tuca Moraes.

Localizado na Zona Portuária do Rio de Janeiro, o Armazém da Utopia já recebeu mais de 300 mil visitantes desde 2010, quando passou a ser gerido pelo Instituto Ensaio Aberto.

O Arte do Artista recebe Luiz Fernando Lobo e Tuca Moraes, fundadores do instituto. Eles contam sobre os eventos já produzidos no local, como o Festival do Rio, o Rio H2K e o Tudo é Jazz no Porto. Os convidados também batem um papo sobre a influência do Teatro Político e da obra de Bertolt Brecht no Armazém da Utopia.

Serviço - Arte do Artista, segunda (12), às 21h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

12.Dez.2016

Cantora Maria Rita contaminada pelo samba

Maria Rita e Diogo Nogueira conversam sobre a responsabilidade de se ter família no meio artístico e de como a cantora foi mordida pelos encantos do sedutor ritmo brasileiro.

Filha da cantora Elis Regina e do pianista Cesar Camargo Mariano, ela resistiu a cantar. Aos 24 anos, depois de se formar em Comunicação Social e em Estudos Latino Americanos, Maria Rita resolveu voltar para o Brasil e se dedicar ao papel de cantora. Seu primeiro álbum, com 13 canções, trouxe ritmos brasileiros integrados a influências do jazz e do hip hop, do tempo que morou nos EUA. Mas em 2007, a cantora se entregou completamente ao samba com o álbum Samba Meu. O trabalho conquistou muitos prêmios, incluindo o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode.

Hoje, em seu segundo álbum de samba, oito anos após primeiro, Maria Rita explica as diferenças entre o recente Coração a Batucar e o primeiro. “O Samba Meu foi uma apresentação. Eu queria falar sobre o samba e sobre a minha ligação com ele. Agora, depois desses anos de amadurecimento, eu já me senti mais à vontade pra brincar e arriscar mais”, conta.

A nova sonoridade se dá, em parte, pela guitarra do músico, compositor, produtor e também marido, Davi Moraes. Outra diferença citada pela artista é a participação do seu filho, Antônio, que nasceu na época do lançamento de Samba meu. Desta vez, ele toca tamborim em uma das faixas.

Maria Rita canta Rumo ao Infinito, O que é o amor e Saco Cheio, sucessos de Coração a Batucar. Diogo canta sucessos de início da carreira da cantora, como Cara Valente. Juntos, cantam Não deixe o samba morrer.

Serviço - Samba na Gamboa, segunda (12), às 20h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

06.Dez.2016

Em teu nome

Premiado drama nacional revela trajetoria de jovem que se opõe à ditadura e passa a viver em fuga com sua namorada

Nos anos 1970, a América Latina vivia um período de ditaduras militares. Alguns tentavam resistir. Entre eles, Boni, um estudante de engenharia que entra na luta armada contra o governo, mas carrega dúvidas sobre se esta é a melhor forma de agir.

Cecília, sua namorada, quer viver a vida "como todos os outros" estão vivendo na época. Boni é preso, torturado e expulso do país. Cecília vai atrás dele e passam a viver tempos de fuga, mas também de amor no Chile, Argélia e, finalmente, Paris, onde Boni se torna o presidente do Comitê pela Anistia, onde começam a preparar a volta para casa.

Dirigido por Paulo Nascimento, o drama “Em teu nome” ganhou vários prêmios no Festival de Gramado. O longa foi reconhecido nas categorias Melhor Música, Melhor Ator (Leonardo Machado) e Melhor Diretor (Paulo Nascimento). O filme ainda conquistou o Prêmio Especial do Júri. Reprise. 102 min.

Ano: 2009. Gênero: drama. Direção: Paulo Nascimento, com Leonardo Machado, Fernanda Moro, César Troncoso, Nelson Diniz, Silvia Buarque, Marcos Paulo, Julia Feldens, Sirmar Antunes, Marcos Verza, Gilberto Perin, Jeffersonn Silveira.

Classificação Indicativa:  14 anos

Serviço - Cine Nacional, terça (06), às 22h (horário de Brasília), na TV Brasil.

05.Dez.2016

O tratamento para o lupus

Doença é mais frequente nas mulheres

No episódio desta terça (06), o programa aborda o Lupus, uma doença autoimune, mais frequente nas mulheres do que nos homens e que causa um desequilíbrio no sistema imunológico, podendo afetar vários órgãos, como rim e coração.

Ficha técnica:

Apresentação e roteiro: Tassiane Fagian

Coordenação de produção: Sabrina Cadamuro

Produção: Tassiane Fagian e Ana Paula Klinke

Edição: Aislan Ferretti

Imagens: Aparecido Pereira

Computação gráfica: Caju Motion Graphic e Renato Klovrza

Design de logotipo: Projecto Comunicação

Composição de trilha (vinheta): Black Lotus

Serviço - Opção Saúde, terça (06), às 7h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

02.Dez.2016

Com oito mil quilômetros de extensão, a costa brasileira é famosa por ser a maior do mundo. A diversidade das paisagens, do clima e da cultura, no entanto, impressiona mais do que sua imensidão.

Para muitos, o Brasil é uma terra apenas de samba, futebol e carnaval. Mas basta um olhar mais atento para se perceber que a terra é muito mais complexa, que não cabe em um só cartão postal.

É esse misto de paisagens e culturas que O Brasil Visto do Céu mostra em expedições aéreas, terrestres e marítimas.

Produção: Gullane e Gedeon Programmes

Coprodução: TV Brasil

Direção: Ombline de la Grandière

Roteiro: Ombline de la Grandière, Valéria França e Flávia Guerra

Pesquisadora: Flavia Guerra e Valéria França

Coorenador Editorial: Beatriz Viveiros

Fotógrafo/Steadycam: Gilles Féron

Fotógrafo/Grua: Marcelo Oliveira

Fotógrafo Paramotor: Yann Romanson

Técnico de Som: Rodrigo Maia Sacic

Montador: Nicolas Moncadas e Dirceu Lustosa

Produtor Executivo: Laurent Baujard

Produtor: Fabiano Gullane, Caio Gullane e Debora Ivanov

Serviço - O Brasil Visto do Céu, sábado (03), às 21h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

02.Dez.2016

Brilho imenso, a história de Cláudio Kano

Mesa-tenista não ganhou medalha olímpica, mas sua história revela um verdadeiro ídolo

Nesta semana, o Memória do Esporte Olímpico conta a história do mesa-tenista Cláudio Kano, morto em um acidente em 1996. Humilde e carismático, Claudio Kano participou de duas Olimpía­das (Seul, 1988, e Barcelona, 1992) e deixou muitas saudades após sua trágica morte, antes dos Jogos Olímpicos de Atlanta, 1996. Ele não chegou a ser medalhista olímpico,  mas sua carreira reúne elementos muito especiais, que revelam o perfil não só de um grande atleta, mas de um verdadeiro ídolo.

Serviço - Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, sábado (03), às 12h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

 

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