Tv Brasil (336)
22.Nov.2016

Transtornos do Crescimento

Ser Saudável analisa tratamentos para esse distúrbio multifatorial, que afeta a auto-estima de muitos adolescentes.

Rodrigo, 15 anos, é um estudante de Belém do Pará. Sempre teve estatura abaixo da média dos colegas. Na infância, buscou auxílio médico, mas ouviu que não era hora, que ele cresceria. Mas Rodrigo cresceu muito pouco. O jovem sofria de falta de hormônio do crescimento (ou GH). O tratamento indicado foi o uso sintético do hormônio. Em pouco mais de um ano, Rodrigo passou de 1,46m para 1,62m.

A estudante curitibana Gabrielly, de 14 anos,  tem baixa estatura constitucional, ou seja, por herança genética. Contudo, sua mãe a levou a vários médicos na tentativa de fazer com que Gabrielly tivesse acesso ao GH. Mas o uso do hormônio só é indicado a quem tem transtorno de crescimento. Gabrielly é uma jovem saudável, que pratica diversos esportes e sabe viver bem com a baixa estatura.

Os apresentadores conversam com três especialistas: a pediatra com ênfase em crescimento e desenvolvimento físicos Denise Barbieri Marmo, a especialista em endocrinologia pediátrica e ênfase em crescimento Margaret Cristina Boguszewski; a endocrinologista pediátrica e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Márcia Khaled Puñales Coutinho.

Serviço - Ser Saudável, quinta (24), às 07h30 (Horário de Brasília), na TV Brasil.

22.Nov.2016

O poder terapêutico da música

Os grupos Viagem Sonora e Ilumina Rio estimulam experiência de conexão com a essência através da música

Liliane Reis recebe no estúdio a banda Viagem Sonora composta pelos músicos e professores de yoga Guilherme Alves e Antonio Arvind (foto). Eles trazem um novo olhar para a música,trabalhando o poder da vibração do som, capaz de relaxar e curar o corpo físico, mental e no campo espiritual. Para isso, a banda utiliza instrumentos de várias partes do mundo como o didjeridoo australiano, gongo chinês, pantam suíço, taças tibetanas, flautas andinas, gopichand e tablas indianas, etc

Na conexão, o grupo Ilumina Rio, um projeto de intervenção urbana que buscam melhorar a relação das pessoas com os espaços públicos da cidade, através de uma experiência coletiva a partir da música. A musicista Tamara Steiman explica “Escutamos a música com todo o corpo, as nossas células vibram (...) Nossa mensagem é o amor e a música é a nossa ferramenta”

Serviço - Estúdio Móvel, quarta (23), às 17h30 (Horário de Brasília), na TV Brasil.

22.Nov.2016

Árido Movie

Road movie nacional foi premiado em diversos festivais de cinema em várias categorias

Jonas (Guilherme Weber) é um famoso repórter do tempo de uma grande emissora de televisão que mora em São Paulo. Ele retorna à sua cidade-natal, no interior do Nordeste, para o enterro do pai (Paulo César Pereio) com quem teve pouquíssimo contato e que foi assassinado.

No caminho para a região, Jonas enfrenta problemas para chegar ao seu destino até que recebe carona de Soledad (Giulia Gam). A videomaker que está fazendo um documentário sobre a água no sertão. Ao chegar à cidade, ele encontra uma parte da família que não conhecia até então. Os parentes cobram que ele se vingue da morte do pai.

O drama “Árido Movie”, dirigido por Lírio Ferreira, conquistou seis prêmios no Festival Cine PE nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Selton Mello), Melhor Fotografia, Melhor Edição e Prêmio da Crítica.

A Associação Paulista de Críticos de Arte reconheceu a produção com o prêmio de Melhor Edição. O filme ainda ganhou o prêmio Lente de Cristal na categoria de Melhor Diretor no Festival de Cinema Brasileiro de Miami. No Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o longa recebeu 12 indicações. Reprise. 115 min.

 Ano: 2006. Gênero: drama. Direção: Lírio Ferreira, com Guilherme Weber, Giulia Gam, Gustavo Falcão, Selton Mello, José Dumont.

Classificação Indicativa: 16 anos

Serviço - Cine Nacional, terça (22), às 22h (Horário de Brasília), na TV Brasil.

15.Nov.2016

Filhas do Vento

“Filhas do Vento” é uma trama de redenção entre quatro mulheres negras, que em um dia especial de suas vidas vão desenterrar e revolver suas histórias para restabelecer o amor maternal e fraternal, sem barreiras de raça e credo, existente entre irmãs e filhas de qualquer parte do mundo.iço: Arte do Artista, segunda (14), às 21h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

Um incidente familiar separou duas irmãs por cerca de 45 anos. A natureza de cada uma delas, e a distância, levou as duas a caminhos bem diferentes. A morte do pai faz com que se reencontrem em uma fase definitiva de suas vidas, aflorando e cobrando resoluções para todos os sentimentos e histórias deixados no passado.

As irmãs Cida (Ruth de Souza) e Jú (Léa Garcia) estão separadas por quase 45 anos. O tempo não conseguiu dissipar o rancor provocado pelo incidente amoroso e familiar que marcou a juventude e a vida das duas. Com a morte do pai, Zé das Bicicletas (Milton Gonçalves), que havia expulsado Cida de casa, elas voltam a se encontrar.

As duas irmãs construíram vidas completamente diferentes. Cida tornou-se uma mulher solitária. Fez carreira de atriz atuando em cinema e em telenovela, mas, apesar do talento, não teve o reconhecimento merecido. Ela tem uma filha, Selminha (Maria Ceiça), fruto do seu grande amor com um companheiro de cinema dos tempos de juventude. Mãe e filha também nunca conseguiram se entender. O coração de ambas é um campo secreto e cheio de ressentimentos.

Selminha teve uma adolescência também solitária e tumultuada. A mãe nunca perdoou o seu pai, que hoje é casado com uma mulher branca. O desconhecimento do nome do pai, dificultado pelos ressentimentos da mãe, deixou marcas profundas. Selminha sempre teve dificuldades de aceitar as razões da mãe. Embora partilhem a mesma casa e a mesma solidão, vivem em mundos diferentes. A insegurança e os conflitos com sua mãe levaram Selminha a provocar um aborto: a mãe nunca aceitaria um neto fruto de um amor proibido.

Maria D’Ajuda (Lea Garcia), conhecida por todos como Jú, é uma mãezona. Nunca saiu do interior. Cuidou do pai, Zé das Bicicletas, até a morte. Parece ter nascido para amar e cuidar dos outros, mas nunca conseguiu desenvolver nenhuma identidade profissional – o inverso da irmã atriz. Casou-se uma vez e depois teve vários filhos de companheiros diferentes. Sua família é uma típica família brasileira do interior, cheia de filhos, sobrinhos, netos e agregados. No entanto, uma de suas filhas, Dorinha (Danielle Ornellas), a que mais admira pela persistência profissional e talento artístico, é a única que despreza o amor de Jú, sua mãe.

Inconformada, Dorinha rejeita o modo de vida de sua mãe e vai para o Rio de Janeiro no final da juventude. Sonha em fazer a mesma carreira artística da tia Cida, a quem admira e até, secretamente, deseja que seja sua verdadeira mãe. No entanto, desde que veio para o Rio de Janeiro, não conseguiu nada de importante na TV ou no cinema. Sobrevive da sua poesia, das peças de teatro que participa e da ajuda da Tia.

Depois de 45 anos, o pai, Zé das Bicicletas, falece vítima de um enfarto. Maria D’Ajuda aguarda, apreensiva, as duas chegadas. A da irmã, com os sentimentos mútuos e conflitantes de admiração, inveja e ressentimento, e a da filha, que tanto ama e admira, sem ser correspondida. Todas sabem que inevitavelmente na cerimônia de partida do pai/avô um outro cadáver será desenterrado, e um novo sepultamento precisa acontecer.

Primeiro filme de ficção do diretor Joel Zito Araújo, o drama “Filhas do Vento” foi muito premiado.  O longa foi reconhecido com 8 kikitos em 6 categorias no Festival de Gramado: Melhor Filme da Crítica, Melhor Diretor  (Joel Zito Araújo), Melhor Ator (Milton Gonçalves), Melhor Atriz (Ruth de Souza e Lea Garcia), Melhor Ator Coadjuvante (Rocco Pitanga) e Melhor Atriz Coadjuvante (Tais Araújo e Thalma de Freitas). A produção ainda foi escolhida Melhor Filme pelo Júri Popular na Mostra de Tiradentes. Já no Paratycine, o longa recebeu o prêmio na categoria Melhor Roteiro. Inédito. 85 min.

Ano: 2005. Gênero: drama. Direção: Joel Zito Araújo, com Milton Gonçalves, Ruth De Souza, Léa Garcia, Taís Araújo, Maria Ceiça, Danielle Ornellas, Thalma de Freitas, Rocco Pitanga, Zózimo Bulbul, Cida Moreno, Jonas Bloch, Mônica Freitas, Beatriz Almeida, Vitória Viana.

Classificação indicativa: 12 anos

Serviço: Cine Nacional, terça (13), às 22h (horário de Brasília), na TV Brasil.

14.Nov.2016

Flávia Oliveira em um papo no Arte do Artista

Colunista do jornal O Globo, Flávia escreve em blogs, revistas e é comentarista em programas de TV.

Em uma descontraída conversa sobre arte e sociedade, Aderbal Freire-Filho mostra como a relação entre arte e economia é fundamental para se entender o lugar da arte no mundo de hoje.

A jornalista econômica Flávia Oliveira é a convidada especial do Arte do Artista na Semana da Consciência Negra!

Direção-geral e apresentação: Aderbal Freire-Filho

Direção artística: Fernando Philbert

Produção artística: Sérgio Cardia

Produção: Bruno Souza, Charles Oliveira, Ingrid Gassert e Jefferson Mendes

Criação e texto: Aderbal Freire-Filho

Roteiro: Simplício Neto

Edição e finalização: Daniele Vallejo

Estagiária de produção: Camila Oka

Serviço: Arte do Artista, segunda (14), às 21h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

10.Nov.2016

Filhos da Violência Doméstica

Que adultos se tornarão as crianças que passaram a infância como testemunhas, vítimas diretas ou indiretas de brigas e agressões dentro de casa? “Meu pai tinha habilidade imensa em fazer terror psicológico. Eu me lembro de parentes indo dormir em casa porque ele ficava andando à noite com uma faca. Eu deitado e vendo o reflexo dele lá no corredor, passando com uma faca”, relata o analista de sistemas Robson Lourenço.

Das mulheres vítimas de violência no país, 70% têm filho. E oito em cada dez crianças e adolescentes assistem a cenas violentas no ambiente familiar, segundo pesquisa do governo.

O Caminhos da Reportagem conversou com famílias que identificam traços na personalidade e no comportamento de parentes, resultado do que viram e sentiram na infância.

A rapper Aninha, do grupo Atitude Feminina, de Brasília, conta como foi difícil a relação com namorados quando adolescente depois de ter visto a mãe apanhar do pai, na infância. “Eu achava que o meu primeiro namorado ia me bater também.” E a universitária Mariane Barros admite ser muito autoritária e agressiva com os namorados.

Uma psicóloga especializada em trabalho corporativo conta como diretores executivos que passaram por situações abusivas na infância levam a experiência para a vida profissional.

Tão importante quanto identificar o trauma é tratar-se com ajuda especializada, dizem os psicólogos ouvidos pela reportagem. Mas será que as crianças e adolescentes, quando crescem, dão-se conta disso?

Reportagem: Aline Beckstein

Produção: Eduardo Goulart de Andrade, Mariana Fabre, Paula Abritta, Thaís Rosa, Aline Beckstein

Imagens: João Marcos Barboza, Rogério Verçoza

Auxílio técnico: Alexandre Souza, Caio Araújo, Edivan Viana

Videografismo: Lucas Souza Pinto

Apoio operacional: Antonio Blanes, Carlos Gigliotti, Guilherme Scarazatto, Leticia Botelho, Priscila Stibich, Rafael Costa

Edição de imagens e finalização: Jéssica Saccól, Rodger Kenzo

Roteiro e direção: Bianca Vasconcellos

Caminhos da Reportagem: Quinta (10), às 20h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

10.Nov.2016

Jam da Silva e a musicalidade sem fronteiras

Um programa dedicado aqueles que não vêem fronteiras na arte e levam a música de norte a sul. No estúdio, Liliane Reis recebe Jam da Silva, multi-instrumentista nascido em Teijipió, Pernambuco.

Com mais de dez anos de Rio, Jamilson Monteiro da Silva tem uma trajetória com grandes parcerias com DJ Dolores, Marisa Monte e muito mais. Seu primeiro álbum ‘Dia Santo’ foi indicado em várias listas de melhores do álbum de 2009. O mais recente álbum ‘Nord’ foi lançado em 2014 e chama atenção por fazer a ponte sol-neve.

Na conexão, o cantor francês Doat Matthieu, que encantou-se com o samba, aprendeu a tocar cavaquinho e hoje propaga a música brasileira pelo mundo, numa mistura de francês e português.

Estúdio Móvel - Quinta (10), às 18h30 (Horário de Brasília), na TV Brasil.

08.Nov.2016

O Universo de Karin Lambrecht

Documentário revê o processo criativo e a obra da pintora, desenhista, gravadora e escultora brasileira.

As páginas que vão sendo escritas e a montagem de um trabalho em processo conduzem o espectador pelos temas, reflexões e poética da produção artística de Karin Lambrecht. Vencedor do Prêmio Funarte 2014 e dirigido por Hopi Chapman, O Universo de Karin Lambrecht reúne depoimentos da artista, amigos, críticos, colecionadores e curadores.

Ano: 2015

Duração: 27 min

Gênero: Documentário

Diretor: Hopi Chapman e Karine Emerich

Elenco: Karin Lambrecht (artista), Agnaldo Farias (professor e curador), Gloria Ferreira (professora

e curadora), Justo Werlang (colecionador), Miguel Chaia (colecionador e professor), Mônica

Zielinsky (professora) e Nara Roesler (galerista).

Serviço - Cine Nacional, Documentário "O Universo de Karin Lambrecht", de terça (08) a sexta (11), às 22h (horário de Brasília), na TV Brasil.

 

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