Tv Brasil (336)
07.Nov.2016

Atriz Maeve Jinkings no Estação Plural

Ela está em um dos filmes mais comentados do ano: Aquarius, com Sonia Braga. A atriz Maeve Jinkings dá detalhes desse projeto e opina sobre outros assuntos.

Neste programa, o amor é visto pelo lado do avesso: o que acontece quando um relacionamento chega ao fim?

Em seguida, o “trio plural” debate a fama, objeto do desejo de muitas pessoas.

No bloco LGBT, o papo é sobre homens trans que decidem ficar grávidos. O programa conversou com um homem trans que deu à luz por um processo chamado “transpaternidade.”

Serviço - Estação Plural, segunda (7), às 21h (horário de Brasília), na TV Brasil.

07.Nov.2016

Perfeito Fortuna no Arte do Artista

Aderbal Freire-Filho recebe um importante nome da cultura carioca, que ajudou a mantê-la de pé mesmo nas épocas de maior adversidade.

Espécie de “prefeito honorário” da Lapa, no Rio de Janeiro, Perfeito Fortuna relembra suas retumbantes vitórias e comoventes derrotas a frente de projetos importantes do Rio, como o Circo Voador, a Fundição Progresso e o grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone.

Direção geral e apresentação: Aderbal Freire-Filho

Direção artística: Fernando Philbert

Produção artística: Sérgio Cardia

Produção: Bruno Souza, Charles Oliveira, Ingrid Gassert e Jefferson Mendes

Criação e texto: Aderbal Freire-Filho

Roteiro: Simplício Neto

Edição e finalização: Daniele Vallejo

Estagiária de produção: Camila Oka

Serviço - Arte do Artista, segunda (7), às 21h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

07.Nov.2016

Samba de Lupicínio

Um dos maiores compositores da música popular brasileira, o gaúcho Lupicínio Rodrigues é foi um artista interessantes e complexo. O cantor passaria praticamente todos os quase 60 anos de vida às margens do Guaíba, tendo Porto Alegre como testemunha de aventuras e desventuras amorosas. Perdeu Inah, uma bela morena que considerava sua grande paixão, porque a menina não aceitava sua vida boêmia.

Desiludido, Lupicínio foi morar alguns meses no Rio de Janeiro. Além da música, boemia e mulheres, colecionava uma quarta paixão: o Grêmio. Tanto que compôs os versos que se tornariam o hino do clube durante uma conversa com amigos em um bar.

Foram tantos versos que Lupicínio costumava dizer que nem conseguia se lembrar de todas as canções que fez. Versátil, passeava por vários estilos, sempre com sucesso. Mas o coração, tão sofrido por amor, pararia cedo. Prestes a fazer 60 anos, a voz de Lupicínio se calou.

Também gaúchos, as cantoras Grazie, Nina e o diretor musical, arranjador e contrabaixista Guto Wirtti decidiram celebrar o centenário de Lupicínio a altura do grande mestre. Dos palcos do país, o espetáculo Sarau para Lupicínio aportou no Samba na Gamboa. “A palavra na música do Lupi é tão forte que qualquer enfeite me parece tirar o foco e distrair o ouvinte”, diz Guto.

Para embalar este Samba de Lupicínio, eles cantam sucessos como Se Acaso você chegasse, Nervos de Aço e Esses moços.

Serviço - Samba na Gamboa, segunda (7), às 20h30 (horário de Brasília), na TV BRasil.

03.Nov.2016

A nova técnica de detecção fibrose cística

O Sementes desta sexta (04) , mostra uma técnica moderna que detecta fibrose cística em recém-nascidos, agora realizada em um laboratório da Universidade do Estado do Pará.

Plantas também podem ser domesticadas, através de um processo que as transformam geneticamente e as diferenciam das plantas que vêm da floresta.

Conheça ainda um projeto da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará, Emater, que incentiva jovens à produção agrícola.

E ainda, aprenda como fazer um porta-retratos com papelão e reutilização de tecidos.

Serviço - Programa Sementes, sexta (04), às 7h30 (horário de Brasília), na TV Brasil.

03.Nov.2016

Eu não faço a menor ideia do que tô fazendo com a minha vida

Clara não faz a menor ideia do que está fazendo com a sua vida. Escolheu fazer medicina na faculdade pelo simples fato de que toda a sua família é formada por médicos respeitados. Não era o que queria, mas também não sabe se existe alguma profissão específica com a qual realmente se identifique.

A moça começa então a matar aulas sem contar para os pais ou para o namorado. Inicia uma vida paralela durante as manhãs, na qual acaba conhecendo um jovem rapaz que a incentiva a fazer experiências práticas para descobrir, do jeito dela, do que realmente gosta e qual é o seu talento.

Com direção de Matheus Souza, a comédia dramática foi bem recebida pelo público e levou o prêmio do Júri Popular no Festival do Rio e na Mostra de Cinema de São Paulo. Reprise. 82 min.

Ano: 2011. Gênero: comédia dramática. Direção: Matheus Souza, com Clarice Falcão, Rodrigo Pandolfo, Nelson Freitas, Bianca Byington, Leandro Hassum, Alexandre Nero, Daniel Filho, Kiko Mascarenhas.

Classificação Indicativa: 12 anos

Serviço: Cine Nacional, quinta (03), às 22h10 (horário de Brasília), na TV Brasil. 

02.Nov.2016

Gosto amargo do Rio Doce

Um ano depois da tragédia em Mariana (MG), o programa volta à região onde e percorre o trajeto da lama de rejeitos, que chegou ao Rio Doce e alcançou o mar.

Há um ano, acontecia a maior tragédia ambiental do país. O rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, da mineradora Samarco, em Minas Gerais, deixou 19 mortos. As comunidades de Bento Rodrigues e de Paracatu de Baixo ficaram destruídas e 40 milhões de metros cúbicos de rejeito foram despejados na natureza.

O Caminhos da Reportagem visita Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo e Mariana, e mostra como hoje vivem os sobreviventes da tragédia, que ainda tentam se recuperar.

Chico e Marli moram em Mariana, em uma casa alugada pela Samarco, e aguardam com ansiedade o "novo" Bento. O novo vilarejo será construído em um terreno chamado Lavoura, a 9 km do antigo Bento Rodrigues. Marli perdeu a mãe na tragédia e relembra com tristeza aquele dia. E Sandra, cujas famosas coxinhas são hoje vendidas em uma feira de Mariana, lembra os tempos em que vivia em Bento Rodrigues e sonha com a nova comunidade, onde espera morar perto de amigos e antigos vizinhos.

A equipe viajou a Governador Valadares, ainda em Minas Gerais. Logo após a tragédia, a cidade ficou sem abastecimento de água por alguns dias. A população tem dúvidas quanto à qualidade da água, mesmo que o órgão oficial defenda que a água pode ser consumida.

Em Linhares, no Espírito Santo, o Rio Doce encontra o mar. A pesca está proibida na região e pescadores relatam como vivem sem o trabalho, que era mais que uma fonte de renda. A atividade foi passada de geração para geração e o Rio Doce faz parte da vida e da cultura dessas pessoas.

Em Regência, pequeno distrito que pertence ao município de Linhares, o empresário Sérgio viu seu sonho ser destruído pela chegada da lama de rejeitos. Sérgio é dono de uma pousada que foi construída ao longo de onze anos. A praia e a pousada estão quase vazias agora. Por lá, encontramos o cantor Gabriel, o Pensador. Frequentador de Regência e amante do surf, Gabriel lamenta ver um local tão bonito sem turistas e canta para o Caminhos da Reportagem uma música feita sobre a tragédia de Mariana.

Reportagem: Ana Graziela Aguiar

Produção: Beatriz Abreu e Pollyane Marques

Imagens: André Rodrigo Pacheco

Auxílio técnico: Daílton Matos

Edição de texto: Flávia Lima

Edição de imagem e finalização: André Eustáquio e Richard Pereira

Arte: Antonio Trindade

Serviço: Caminhos da Reportagem, quinta (03), às 20h40 (horário de Brasília), na TV Brasil.

02.Nov.2016

Vou Rifar Meu Coração

O documentário faz uma viagem ao imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Letras de músicas de artistas como Agnaldo Timóteo, Waldik Soriano, Reginaldo Rossi, Nelson Ned, Amado Batista, Peninha, Walter de Afogados e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois.

Em “Vou Rifar meu Moração” os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais

Além das pessoas que abrem seus corações e contam suas histórias, o filme tem os depoimentos de grandes nomes do gênero romântico como Agnaldo Timóteo, Wando, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Walter de Afogados e de Rodrigo Mell, este último representante da nova geração do brega

Dirigido por Ana Rieper, o filme “Vou Rifar meu Coração” foi premiado nas categorias Melhor direção e Melhor Montagem no FestiCine Goiânia enquanto no Festival AtlantiDoc conquistou os prêmios de Melhor Direção de Arte em Documentário e Prêmio Especial da Associação de Críticos (FIPRESCI Uruguai). Inédito. 78 min.

Ano: 2012. Gênero: documentário. Direção: Ana Rieper, com Agnaldo Timóteo, Amado Batista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Odair José, Rodrigo Mell, Walter de Afogados, Wando.

Serviço: Cine Nacional, quarta (02), às 22h10 (horário de Brasília), na Tv Brasil.

02.Nov.2016

O segundo episódio da série Brasil Adentro explica o que é guitarrada, estilo peculiar de se tocar guitarra no Pará, associado ao choro, à lambada e à jovem guarda. A proposta é traçar um panorama geral do gênero hoje cultuado por roqueiros antenados de todo o país.

Através de entrevistas com artistas do estado, o programa aborda as origens da guitarrada, as influências do ritmo, além dos principais Mestres e seguidores. Para falar sobre o estilo musical tipicamente paraense, Charles Garvin bate um papo com Felipe Cordeiro, Felix Robatto, Manoel Cordeiro, Mestre Curica, Mestre Solano, Mestre Vieira e Pio Lobato.

Direção: Charles Gavin e Paola Vieira

Produtor: Geraldo Magalhães

Curadores: Geraldo Magalhães e Charles Gavin

Direção de Fotografia: Markão Oliveira

Direção de Arte: Raul Mourão

Montagem: Rita Carvana

Serviço: Brasil Adentro, quarta (02), às 20h50 (horário de Brasília), na TV Brasil.

 

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