Tv Brasil (336)
08.Ago.2016

O futuro do Rio Doce

O programa Expedições foi até a cidade histórica de Mariana, em Minas Gerais, saber o que foi feito para socorrer as populações afetadas pelo rompimento da barragem do Fundão, da mineradora Samarco, e o que será feito para salvar o Rio Doce. O Rio Doce é um dos maiores e mais importantes rios da região Sudeste do Brasil. Com cerca de 879 km de extensão, percorre os estados de Minas Gerias e Espírito Santo, onde deságua no oceano Atlântico.

 Neste episódio, a equipe percorrerá o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, onde estarão com especialistas e moradores local.

 A expedição inclui entrevistas com especialistas da equipe do Navio Hidroceanográfico de Pesquisa Vital de Oliveira (NPqHo), da Marinha do Brasil, que tem monitorado os efeitos da lama tóxica acumulada na foz do Rio Doce.

Serviço - Expedições, terça (09), às 18h30, na TV Brasil.

08.Ago.2016

Microbiota, o mundo microscópico que habita o corpo humano

Nesta segunda-feira (08/08), o Sem Censura apresenta uma entrevista inédita com o nutricionista Murilo Pereira. Ele conversa com Leda Nagle sobre a microbiota, esse mundo microscópico que habita o nosso corpo e sua importância para o sistema imunológico.

O programa também traz de volta os melhores momentos das entrevista de Leda Nagle com a coloproctologista Edna Ferraz. Na pauta, um assunto que interessa a muita gente: o funcionamento correto do intestino, e com a nutricionista Orion Araújo, contando sobre os alimentos mais recomendados para o bom funcionamento do intestino.

Completa o time o músico Mauro Senise contando sobre o CD “Amor até o fim”.

Apresentadora e Editora-chefe: Leda Nagle

Diretora: Cristina Ferreira

Assistente de direção: Filipe Cavalcanti

Produtores executivos: Anna Brandão e Rafael Tavares

Serviço: Sem Censura, segunda (08), às 16h30, na Tv Brasil.

05.Ago.2016

Medicina de família e comunidade

A experiência de quem atende os mais variados tipos de doentes e enfermidades

No Ser Saudável desta semana, o destaque é a medicina de família e comunidade. O programa vai apresentar a estrutura de saúde no Brasil, que é universal, ou seja, para todos.

No país, esse sistema está organizado em um programa que se chama Estratégia de Saúde da Família, e o médico responsável por isso é o Médico da Família e Comunidade.

Para mostrar como funciona o sistema, os apresentadores do programa, os médicos Camila Furtado de Souza e Enrique Barros, conversam com o médico e especialista em Saúde Pública, Gastão Wagner de Sousa Campos, e com o presidente da Associação Paraense de Medicina de Família e Comunidade, o médico Yuji Magalhães Ikuta.

O programa também conta a história de médicos que atuam no programa, como Paulo Poli Neto, 36 anos, de Florianópolis, Santa Catarina. Ele é médico de família e comunidade desde a época da residência, em 2002. Optou pela prática, principalmente, pela possibilidade de exercer funções variadas e amplas com situações muito diferentes em pessoas e grupos etários. A medicina é hereditária para Poli. Seu pai e avô maternos foram médicos em cidades do interior, e também generalistas. Poli trabalha há mais de cinco anos na mesma equipe de saúde da família,

Paulo Humberto Mendes de Figueiredo, 55 anos, vive em Belém do Pará. Ele atua em Medicina de Família há 10 anos. Atende tanto na Unidade de Saúde da Família em comunidades carentes, como também vai até as casas das pessoas duas vezes por semana, junto a uma equipe multidisciplinar. Na medicina de família, ele atende desde o pré-natal até a terceira idade. Além de dar aulas na Universidade, ele recebe alunos para a parte prática nas comunidades carentes da cidade.

Serviço: Ser Saudável, sábado (06), às 12h30, na Tv Brasil.

05.Ago.2016

Estação Plural recebe Johnny Hooker

Cantor conta as loucuras que já fez por amor

 Estação Plural chega carregando um passageiro muito único essa semana: o cantor, compositor, ator, diretor, desbundado e pós-apocalíptico Johnny Hooker, pernambucano de 28 anos.

O autor de "Eu vou fazer uma macumba para te amarrar, maldito!" conta as loucuras que já fez por amor e fala da importância de as celebridades usarem suas vozes amplificadas para dar visibilidade para causas sociais.

No terceiro bloco, o programa explora os assexuais, aquele grupo que não sente desejo e que se relaciona romanticamente com seus pares, porém sem sexo. Já pensou?

Serviço: Estação Plural, sexta (05), às 21h, na Tv Brasil.

05.Ago.2016

Mulheres olímpicas

Documentário traça paralelo entre a participação feminina na sociedade e no esporte e rememora atletas brasileiras que fizeram história nos Jogos

O documentário Mulheres Olímpicas tem a intenção de traçar um paralelo entre a participação feminina na sociedade e no esporte olímpico.

A produção dirigida por Laís Bodanzky destaca que a história das esportistas brasileiras nas Olimpíadas é relativamente recente.

A primeira brasileira participou de uma Olimpíada em 1932, nos Jogos de Los Angeles, mas a primeira medalha só chegou em 1996, em Atlanta, 64 anos depois.

Apenas em 2012, em Londres, todos os países participantes tiveram representantes mulheres. Naquela oportunidade, foi incluído no programa da competição o boxe feminino. Com a nova modalidade, pela primeira vez na história dos Jogos, as mulheres tiveram a chance de participar de todos os esportes olímpicos.

Mulheres Olímpicas resgata o legado de conquistas e façanhas que várias atletas brasileiras deixaram em sua trajetória esportiva nos Jogos. 

A relação é longa e contempla nomes como os de Maurren Maggi no atletismo, Ketleyn Quadros e Sarah Menezes no judô, Adriana Araujo no boxe, Yane Marques no pentatlo moderno e Daiane dos Santos na ginástica, entre tantas outras.

O documentário também relembra momentos de atletas dos esportes coletivos como as jogadoras de basquete da geração de Paula e Hortência, além das jogadoras do vôlei de praia e de quadra que fizeram história representando o país.

País de Origem: Brasil

Ano: 2013

Duração: 52 minutos

Diretor: Laís Bodanzky

Produção Executiva: André Canto

Direção de Fotografia:  Carlos Baliú

Gênero: Documentário

Categoria: Esportivo

Serviço: Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, sexta (05), às 18h, na Tv Brasil.

03.Ago.2016

Cidade Olímpica

Como o Rio de Janeiro se preparou para os jogos

O Caminhos da Reportagem desta quinta-feira (4), mostra como o Rio de Janeiro se preparou para os Jogos Olímpicos. Uma maratona de 7 anos até o acendimento da pira olímpica no estádio do Maracanã, no próximo dia 5.

O programa mostra que nem tudo correu de acordo com o previsto. Várias dificuldades surgiram nessa trajetória de preparação da Cidade Olímpica, como a polêmica da implantação do campo de golfe e as denúncias de que a área seria de proteção ambiental. Outra controvérsia envolveu a retirada da comunidade da Vila Autódromo, vizinha ao Parque Olímpico. Apesar de tudo, a cidade ficou pronta para os jogos. Se por um lado houve grande avanço na estrutura de transportes, o legado ambiental prometido, com a melhora da qualidade da água da Baía de Guanabara e das Lagoas da Barra da Tijuca, ficou a desejar.

No Caminhos da Reportagem, o espectador vai poder conhecer os principais locais de competição e ouvir a opinião de atletas, campeões olímpicos, jornalistas e organizadores. Entre os entrevistados estão o velejador Robert Scheidt, maior medalhista brasileiro; Ana Sátila, promessa da canoagem e Emanuel, um dos maiores nomes do vôlei de praia brasileiro.

Serviço - Caminhos da Reportagem, quinta (4), às 21h, na TV Brasil.

03.Ago.2016

México 1968 - A Última Olimpíada Livre

E também a última considerada amadora

O longa dirigido por Ugo Giorgetti conta a his­tória da primeira edição latino-americana das Olímpiadas, realizada no México em 1968. Trata-se de uma edição, como diz o próprio diretor, fascinante dos Jogos – e também di­visora de águas. Primeiro, por ocorrer em um contexto político mundial definidor – era a épo­ca da Guerra do Vietnã, da ditadura militar no Brasil, de maio de 1968, em Paris, da invasão da Tchecoslováquia pela União Soviética e, cla­ro, foi a última Olimpíada antes do sequestro da delegação israelense, ocorrida nos Jogos seguintes, em Munique.

Além desse aspecto político, que passaria a dominar muito mais fortemente a realização dos Jogos nas edições subsequentes, também foi a última Olimpíada amadora, já que o aprimoramento e o desen­volvimento técnico, até por conta da politização do evento, avançaram sobremaneira.

Ano: 2012

Duração: 52 minutos

Diretor: Ugo Giorgetti

Diretor de Fotograqfia: Roberto Santos Filho

Produção Executiva: André Canto

Gênero: Documentário

Categoria: Esportivo

Serviço: Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, quinta e sexta (4 e 5), às 18h, na TV Brasil.

01.Ago.2016

Camila Morgado destaca seus novos filmes

Atriz está nas telonas nas produções "Até que a Sorte nos Separe 3" e "Bem Casados".

O Revista do Cinema Brasileiro desta semana começa com uma visita ao set da série de tv "Os homens são de marte” em que os conflitos da mulher moderna conduzem as tramas dos episódios. A equipe do programa conversa com a atriz Mônica Martelli, o ator André Frateschi, a diretora Susana Garcia e o diretor Herson Capri.

Em seguida, a apresentadora Natália Lage recebe no estúdio a atriz Camila Morgado que conta como foi fazer o filme "Até que a Sorte nos Separe 3", que estreia em 2016, e o longa "Bem Casados", do diretor Aluizio Abranches.

Ainda nesta edição, o programa aborda o filme "Beatriz," obra do cineasta Alberto Graça que percorre a tênue fronteira entre a ficção e a realidade. O diretor fala sobre o processo de produção do longa e suas inspirações.

O quadro Colunista traz uma análise das representações improváveis do amor no cinema brasileiro através dos filmes "Elvis e Madonna", de Marcelo Laffitte (2010), sobre a história de amor de um casal formado por uma lésbica e um travesti; "Meus Dois Amores", de Luiz Henrique Rios (2012), em que o vaqueiro Manuel divide o coração entre sua esposa e sua mula Beija-Fulô e os amores "Metafóricos" pela música, por um pé de laranja lima.

Na sequência, trechos do longa ficcional "Filhos de Bach", de Ansgar Aslers, que conta a história de um alemão solitário que se surpreende com um grupo de jovens de raro talento musical. 

O público acompanha também trechos do filme "Beira-mar", que narra o encontro de dois amigos e a passagem para a vida adulta. A efervescência da juventude é o tema do documentário que aparece em seguida,  sobre a transformação cultural de Porto Alegre dos anos 80. A equipe entrevistou o diretor da produção, Boca Migutto.

Outro filme documental abordado nesta edição é "André Midani, do vinil ao download", que revela as principais transformações da música brasileira nos últimos 50 anos.

Serviço: Revista do Cinema Brasileiro, quarta (03), às 22h30, na TV Brasil.

 

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